domingo, 11 de outubro de 2009

Ainda o Leão e a Senhora


Tem horas que seu corpo não mais lhe pertence. Nesses momentos é que se sabe que lutar contra não adianta.
E foi assim que ele se viu: indefeso. Por um momento ela percebeu que ele não acreditava no que estava acontecendo; não assim no meio da visita social, no meio da sala, no meio de uma confusão de sentimentos e sensações que ele, pelo menos nunca havia experimentado.
Começou com uma carícia até sutil. Sentado lado a lado folheavam uma revista quando a mão dela roçou de leve seu pênis por cima da calça. Ele pensou “foi um lapso”, mas o lapso se repetiu e se repetiu e não havia mais como ignorar o que ela tão conscientemente fazia.
Ele atirou o livro longe: foi parar a metros de distância, aberto, as páginas dobradas. Em outra ocasião ele soltaria um esgar raivoso, mas não agora, não no momento em que seu corpo gritava pra ser satisfeito por ela.
Bocas se encontraram curiosas, sôfregas. Peças de roupa foram retiradas com urgência entre arranhões, gemidos e lambidas. “Ele é dono de uma pele tão branca... - pensou ela enquanto o despia – e de um cheiro tão bom...”
Ele, por sua vez, não pensava. Não havia tempo pra isso: não quando ela o abraçava contra os seios gemendo, pedindo que a possuísse rápido, ali mesmo no chão da sala:
- Vem – ela murmura baixinho – vem por favor...
Novamente, o Leão e a Senhora não se contém. Mas quem pode?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Só um beijo ( da Senhora para o Leão)


Eu precisava provar aquela boca. Fiquei vidrado naquela boca carnuda e a única coisa que eu pensei foi em como deveriam ser macios aqueles lábios.
Porém, não tenho as manhas de me abrir, de "chegar conquistando". É difícil de demonstrar quando eu gosto ou tenho atração por alguém. Assim achei que minha chance nunca chegaria. Ledo engano.
Um convite para um programa em grupo abriu as portas pra que eu realizasse meu sonho. Sentado a mesa a observei do outro lado da mesa do barzinho lotado enquanto bebericava meu chope. Em certo momento ela me olhou e, que olhar foi aquele?! Me esquentou por dentro. Dando uma desculpa qualquer, levantei da mesa pra não dar tanto na cara.
Dirigi-me ao banheiro pensando: “uma boa jogada de água na cara e as coisas se esclarecem”. Mal entrei no cubículo quando fui fechar a porta senti uma certa resistência. Era ela segurando a maçaneta:
- Oi...
- ...
- Depois daquele olhar você achou que eu ia ficar na mesa?
Essa foi a minha deixa: juntei toda a coragem que tinha e a puxei pra perto. Ela se desvencilhou apenas pra fechar a porta do banheiro e eu a beijei.
Aquela boca com a qual eu sonhara tanto tempo era muito melhor na realidade. O toque da língua, o cheiro dela... Tudo aquilo foi me deixando louco.
Então, ela deu o golpe de misericórdia: gemeu. Eu não consigo me conter quando uma mulher geme, ainda mais quando o gemido daí meio estrangulado, baixinho daquele jeito.
Ela deslizava as mãos pelas minhas costas, entrelaçava os dedos entre meus cabelos, me envolvia os ombros com os braços. Colei meu corpo no dela, esmagando seus seios contra meu peito e constatei: ah, meu deus, ela estava sem sutiã. Era demais pra mim: enfiei minhas mãos por debaixo da blusa dela querendo sentir os mamilos intumescidos:
- Não, espera...
- Não consigo - respondi
Com pressa tirei a blusa dela e cai de boca. Ela parou de resistir e procurou o zíper da minha calça.
Meu pau estava tão duro que assim que foi retirado de dentro da calça eu soltei um suspiro de satisfação. Procurei o caminho entre as coxas dela, subindo sua saia até a cintura revelando uma calcinha branca minúscula e já molhada.
Que delícia sentir aquela umidade em meus dedos. Afaguei o grelinho dela com vagar e meus dedos escorregavam no néctar que saía dela.
Ali não havia como transar então decidimos apenas nos acariciar: eu com os dedos dentro dela. Ela com meu pau em suas mãos me batendo uma punhetinha deliciosa.
Pra quem só queria um beijo...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Cunhado

Fins de semana com gente desconhecida nunca foi um programa interessante. Especialmente se é a primeira vez que você visita a casa deles. Mas esses passeios têm suas compensações se existe um cunhado altamente comível...
Depois de algum tempo de estrada eu só queria descansar. A poeira, o tempo seco, o calor tudo me deixou com dores no corpo e com certo mal humor.
Pra meu desapontamento advinha se não tive que chegar a casa e topar com duas coisas que detesto: fazer média com gente chata e agüentar hipocrisia entenda-se quartos separados com meninas pra um lado, meninos pra outro... Sem comentários. Mas casa dos outros é casa dos outros e eu não tinha escolha a não ser me resignar.
Larguei minha mala em cima da minha cama e já ia me despindo quando ouvi uma voz:
- Ã... oi! Vc deve ser a Marina.
Recoloquei a blusa correndo, coração aos pulos:
- Ai, me desculpa, não sabia que tinha alguém aqui.
- Sem problemas. Meu nome é Rafael sou o irmão mais velho do Luciano.
- Muito prazer Rafael. E você acertou: eu sou a Marina.
Estendi a mão pra ele e ele a tomou. Tinha uma mão quente com um aperto firme e lindos olhos negros.
- Você chegou faz tempo, Rafael?
- Chegamos minha noiva, a Gabriela, e eu ontem.
- Ah, vc está noivo?
- Sim, me caso em setembro.
- Parabéns! Está animado?
- Estou sim. Mas a Gabi ta ficando louca com tantos preparativos...
- Ô Rafael, amoooor, cade vc? – era Gabriela quem chamava
- Aqui no quarto!
Gabriela entra com uma revista na mão:
- Amor, olha que lindo esse vestido eu... ah, oi! – disse me olhando
- Oi, você é a Gabriela, né? Eu sou a Marina, namorada do Luciano.
- Ah, você é a famosa Marina? O Luciano fala muito de você.
- Bem ou mal?
- Bem, claro...
- Estou só brincando com você.
Admirei o bonito casal que eles formavam. Ela era ruiva, mignon, com um par de seios lindos emoldurados por uma blusa com generoso decote. Sorri:
- Bom, melhor ir procurar o Lu senão ele vai pensar que eu sumi – gracejei
Saí em busca do Luciano e o encontrei na cozinha fazendo um café:
- Oi, Coração! Gostou da casa?
- Muito. É uma casa muito gostosa, querido.
Ele sorriu.
- Ah, conheci seu irmão e sua cunhada também.
- Já?
- Pois é. Batemos um papo rápido. Simpáticos.
- Quer café? Ta fresquinho. Pegue uma xícara pra você.
Sentamos a mesa e tomamos nosso café. O dia findava.
Após o café, como estava um tanto cansada, decidi tirar uma soneca antes do jantar. Convidei Luciano pra me acompanhar,mas ele já havia sido recrutado pra ir ao supermercado. Assim me larguei na cama de roupa e tudo esperando acordar no máximo umas duas horas depois. Qual não foi minha surpresa quando olhei no relógio e eram três da manhã! Claro que havia perdido o jantar e morta de fome decidi dar um pulinho na cozinha.
Troquei de roupa, coloquei a camisola que havia levado e pé ante pé fui pra cozinha. Dei sorte: em cima da pia havia uma lata de sorvete de chocolate que, ao que tudo indicava alguém tinha se esquecido de guardar.
Investigando dentro dos armários achei pratinhos de sobremesa e colheres, e me servi de uma boa quantidade. Ao me virar pra retornar ao meu quarto, esbarro em Rafael:
- Nossa que susto! – disse. É a segunda vez hoje que eu não vejo você...
Ele sorriu:
- Gosta de sorvete pelo visto...
Fiquei meio sem jeito:
- Sim. Sou meio esganada pra sorvete de chocolate E você? Gosta de sorvete, Rafael?
- Sim. Muito.
Peguei um pouco com a colher e levei o doce à boca; no meio do caminho um pouquinho caiu no meu queixo e colo.
Percebi que Rafael sutilmente seguiu o caminho que o sorvete fez em direção ao vale entre meus seios. Fingi nada perceber:
- Ai droga, babei sorvete. Tem um guardanapo aí?
- Não. Mas pode deixar que eu limpo.
E dizendo isso, Rafael colocou seu rosto entre meus seios e lambeu o sorvete que lá havia.
Fiquei paralisada olhando pra ele.
- Durma bem, Marina...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Silêncio


E como ele quer que eu transe quietinha? Justo eu, que amo fodê-lo gemendo, que amo tê-lo entregue, que me delicio ouvindo a respiração ofegante dele?
Uma boa foda tem que ser barulhenta,mas como negar o desejo dele, se toda a família estava do outro lado da porta?
Jurei vingança. E emudeci.

terça-feira, 12 de maio de 2009

domingo, 26 de abril de 2009

A depilação - parte 2

Os dias passaram e o telefonema não saía da cabeça de Má:
- Quer saber, vou tentar! Quem sabe eu até não curta...
Aproveitou um dia menos corrido em casa, comprou um barbeador novo, espuma e...
Que aflição Má sentiu!Um medo enorme de se cortar, de escapar o aparelho de suas mãos, das pequenas fissuras nos lábios, mas ainda assim a idéia de ver o rosto de Fá diante de sua xoxotinha lisinha venceu qualquer receio que ela pudesse ter.
Com vagar se despiu, ligou a água do chuveiro para que fosse esquentando. Entrou debaixo da tepidez úmida e com cuidado encheu sua mão com o creme fazendo um pouco de espuma. Espalhou com cuidado nos pelos castanhos escuros que revestiam seus grandes lábios.
Com cuidado começou o trabalho. Puxava o aparelho de cima pra baixo acompanhando a direção dos pêlos. Ficou admirada em ver o quanto eram bastos e relativamente grossos. A sensação de estar se desnudando tão intimamente a excitou. Com as mãos trêmulas ia pouco a pouco, revelando mais um pedaço de sua intimidade e mais outro e mais outro... no princípio fora fácil,mas havia lugares mais difíceis de alcançar e foi com a respiração suspensa que abriu seus grandes lábios e raspou os últimos pêlos dentro dela.
Por fim decidiu ver se o trabalho estava bem feito. Saiu debaixo da água e contemplou-se no grande espelho de seu banheiro:
- Nada mal pra uma principiante...
Sentia-se safada e ao mesmo tempo envergonhada. Em seu íntimo ela se percebeu muito mulher, mas mesmo assim parecia-lhe ter feito algo proibido:
- Minha xoxotinha está ressabiada... – riu-se – está tão nua...

sexta-feira, 24 de abril de 2009

A Depilação


- Má eu podia te pedir uma coisa?
- Fala, Fá.
- Será que você depilaria sua xoxotinha pra mim?
-...
- Eu queria muito te ver toda lisinha...
Pra Má, que sempre fora envergonhada, o pedido soou meio estranho. Ela nunca raspara tudo e das vezes que o fizera, apenas em parte, a coceira na hora de crescer os pêlos retirou toda o tesão da coisa:
- Olha, Fá eu vou falar com minha médica, ver o que ela acha e a gente conversa, tá?
- Tá bom. Olha é só um pedido. Se não quiser não precisa fazer. Te amo, dorme bem.
E ele desligou o telefone.
Má ficou pensativa: será que seria uma boa? Não teria perigo de se cortar? E como fazer isso? Acabou entrando na net pra ver se conseguia algumas dicas. Riu da própria inexperiência no assunto, dos muitos canos que tinha com o próprio sexo.
Depois de muito procurar acabou decidindo que esse desejo dele, ela não realizaria. Tinha muito,muito medo mes-mo:
- Olha, Fá, eu fui na minha médica e ela me falou pra não depilar tudo.
- Por que?
- Porque é uma área que tem que ficar protegida e, retirar os pêlos daí, pode fazer com que doenças apareçam, entende?
- Claro, Amor. Olha: o importante é você ficar legal. Vamos esquecer isso.
- Eu prometo que aparo, mas raspar tudo... aí não dá.
Má sentiu que ele ficara um pouco desapontado, mas sabia que logo passaria a tristeza afinal isso nunca tinha sido empecilho para os dois.
Pra sua grande surpresa quem não conseguiu esquecer a idéia foi ela. Como seria ficar totalmente nua diante dele?
Ela sempre brincara que havia caído da árvore... se era uma coisa que ela tinha de monte eram pêlos,mas jamais se descuidou de eliminá-los. “ Nada pior que mulher desmanzelada – ponderava – imagino só a visão do inferno pra um cara ao me ver com as pernas parecendo as do King Kong.”
Mas sua xoxoxtinha... aí eram outros quinhentos...
(continua)